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	<title>IEA - Instituto de Estudos Avançados</title>
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		<title>Formação Docente e Educação à Distância: Um Estudo do Cenário Educativo de Santa Catarina</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A formação docente é fator preponderante na luta pela qualidade na educação do Brasil. A partir da promulgação da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), em 1996, tem-se o desafio de formar novos professores e, para isso, verifica-se na Educação a Distância (EaD) uma excelente alternativa de acesso à educação superior pública. A EaD é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A formação docente é fator preponderante na luta pela qualidade na educação do Brasil</strong>. A partir da promulgação da <strong>Lei de Diretrizes e Bases</strong> (LDB), em 1996, tem-se o desafio de formar novos professores e, para isso, verifica-se na Educação a Distância (EaD) uma excelente alternativa de acesso à educação superior pública. A EaD é definida como proposta educativa que utiliza tecnologias para diminuir a distância entre as Instituições de Ensino Superior (IES) e os alunos, e é nesse contexto que surge a Universidade Aberta do Brasil (UAB), que atualmente é a principal política de formação docente por meio da <strong>EaD</strong>.<strong> O objetivo do trabalho</strong> é apresentar as políticas de formação docente inseridas no estado de Santa Catarina, sendo detalhada a UAB no cenário brasileiro e catarinense e analisada a inserção de TICs nas escolas catarinense como mecanismo de promoção e estímulo ao uso da EaD como proposta educativa.</p>
<p><a href="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2012/05/FORMAÇÃO-DOCENTE-E-EDUCAÇÃO.pdf" target="_blank"><img class="alignleft  wp-image-843" title="download_icone" src="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2012/05/download_icone.png" alt="" width="108" height="108" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Visualize o arquivo completo em pdf.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://journal.ufsc.br/index.php/adm/article/view/2175-8077.2012v14n32p9/21695" target="_blank">UFSC</a></p>
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		<title>Curso superior à distância atinge mais de 930 mil matrículas no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maioria dos inscritos em 2010 era para licenciatura, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) Os cursos superiores a distância atingiram a marca de 930.179 matrículas no país. Os dados fazem parte do resumo técnico do Censo da Educação 2010, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Dos cursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Maioria dos inscritos em 2010 era para licenciatura, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep)</strong><br />
Os cursos superiores a distância atingiram a marca de <strong>930.179 matrículas no país</strong>. Os dados fazem parte do resumo técnico do Censo da Educação 2010, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).</p>
<p>Dos <strong>cursos superiores a distância</strong>, em 2010, 46% eram voltados à licenciatura. Bacharelado respondia por 29% e, tecnológico, por 25% do total. Nos cursos presenciais, a situação é oposta, com 73% das matrículas para bacharelado e 17% para licenciatura.</p>
<p>Há diferença também quando ao perfil do estudante presencial e daquele que estuda pela internet, segundo o Inep. No primeiro caso, metade dos matriculados tem até 22 anos e a média de idade geral é de 25 anos. <strong>Já na modalidade a distância, o ingresso acontece mais tarde e a idade mais frequente é 28 anos.</strong></p>
<p>Pelo censo, o típico aluno da educação superior é mulher, estuda em universidade privada e no período da noite e conclui o curso, em média, aos 23 anos. A distância, o estudante faz o seu horário e a idade média que tem ao terminar é 31 anos. Já o professor típico das universidades brasileiras é homem. Nas insituições públicas, o docente tem, em média, 45 anos e possui título de doutor, enquanto na rede privada ele é mais jovem, tem cerca de 33 anos, e fez mestrado</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.educacaoadistancia.blog.br/curso-superior-a-distancia-atinge-mais-de-930-000-matriculas-no-brasil/" target="_blank">Blog Educação à distância</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Atuação IEA:</strong></em><strong> </strong><em>Em 2011 aproximadamente 81 mil alunos se matricularam nos cursos à distância oferecidos pelos nossos clientes através do IEA EaD.</em></p>
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		<title>Soluções Personalizadas de E-learning: Cursos de Larga Escala</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 17:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está disponível o material que fala do IEA EAD como case em soluções personalizadas de e-leraning . O artigo foi escolhido para ser apresentado no IADIS (International Association for Development of the Information Society) 2012 em Lisboa &#8211; Portugal. A Expansão do e-learning vem democratizando o acesso à informação e a construção do conhecimento em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Está disponível o material que fala do IEA EAD como case em soluções personalizadas de e-leraning . O artigo foi escolhido para ser apresentado no IADIS (International Association for Development of the Information Society) 2012 em Lisboa &#8211; Portugal.</em></p>
<p>A Expansão do<strong> e-learning</strong> vem democratizando o acesso à informação e a construção do conhecimento em uma velocidade nunca vista na história da humanidade. Vivemos em uma Era em que a necessidade e a importância da construção do conhecimento ultrapassaram a mera transmissão de informações. Nesse sentido ações de e-learning, especialmente as ofertadas em larga escala estão diante de um desafio sem precedentes. Visto que para auxiliar o estudante a construir conhecimento faz se necessário que todas as ações devem estar pautadas em uma proposta educacional que tenha como base tanto o desenvolvimento de produtos com a prestação de serviços personalizados as necessidades do publico alvo. Sabe-se, no entanto, que oferecer soluções personalizadas não é uma tarefa fácil, visto que exige da instituição provedora um forte olhar para as necessidades do publico. É necessário investigar quem é o estudante, o que ele faz, quais são suas necessidades, dificuldades e seus anseios por conhecimento. Só depois de ter todas as informações do perfil pessoal, cognitivo e comportamental dos estudantes, estruturadas e analisadas, é que a instituição deve iniciar o planejamento da arquitetura do conteúdo, da seleção ou desenvolvimento de recursos e da gestão da aprendizagem. A fase de planejamento e delineamento das ações deve ser exaustiva e com engajamento de toda a equipe multidisciplinar.</p>
<p>Nesse contexto, o Instituto de Estudos Avançados – IEA, ao longo de seus quinze anos, vem se configurando como centro de excelência em soluções personalizadas, reconhecido nacional e internacionalmente, nas áreas de educação à distância, redes sociais, comunicação digital, monitoramento de informações, inteligência competitiva e tecnologia da informação. No decorrer da sua história, o IEA já capacitou mais de 1.000.000 estudantes especialmente profissionais ligados ao empreendedorismo tanto da área de negócios como da área rural e o seu compromisso com a excelência dos seus produtos e serviços levou a conquistar importantes prêmios dentre eles destacamos os seguintes: Prêmio Nacional de Excelência em Educação à Distância da ABED/Embratel – em 2004, pela concepção, desenvolvimento e operacionalização do curso “Iniciando um Pequeno Grande Negócio”, o maior curso à distância da América Latina, com mais de 300 mil participantes capacitados, oferecido pelo SEBRAE Nacional &#8211; Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas.</p>
<p>Em 2006 conquistou o <strong>Prêmio E-Learning Brasil</strong>, na área de educação para o empreendedorismo, pelo desenvolvimento do inovador do Programa de Autoatendimento Negócio Certo SEBRAE capacitando candidatos a empresários e empresários recém- estabelecidos, por meio da Internet, material impresso e CD-ROM. Em 2007, o Prêmio Top de Marketing da ADVB, pela criativa campanha para divulgação do Programa de Autoatendimento Negócio Certo SEBRAE mixando a comunicação tradicional com a comunicação digital. Em 2009 conquistou o primeiro lugar na categoria “Solução Caráter Social” no II Premio APeL a la Excelencia en E-learning 2009 (APeL – Asociación de Proveedores de e-Learning da Espanha). E em 2011 conquistou novamente o Prêmio E-Learning Brasil pelo desenvolvimento da EaD SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, com a oferta de 15 cursos na modalidade à distância com o intuito de contribuir com a formação e a profissionalização das pessoas do meio rural. A excelência dos seus produtos e serviços está pautada por uma equipe multidisciplinar de colaboradores sólida formada por doutores, mestres e especialistas nas áreas de atuação que ao longo de sua história pesquisa e desenvolve de forma personalizada: metodologias de ensino-aprendizagem; acompanhamento e apoio aos estudantes; formação permanente, acompanhamento e apoio à tutoria e monitoria; ambientes; recursos interativos para atender as necessidades do público-alvo. A qualidade dos serviços e produtos desenvolvidos é comprovada por dezenas de instituições públicas e privadas, no Brasil e exterior e por mais de 1.000.000 estudantes capacitados, chegando ao índice de 95% de conclusão para cursos pagos e 70% para cursos gratuitos. Tais resultados de conclusão são considerados bons pelo Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta. Na sequência deste artigo, será apresentado o índice de satisfação dos estudantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Whitepapper-Soluções-Personalizadas-de-e-Learning.pdf" target="_blank"><img class="alignleft  wp-image-843" title="download_icone" src="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2012/05/download_icone.png" alt="" width="92" height="92" /></a><br />
Clique e tenha acesso<br />
ao material completo em pdf</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Autores</strong></p>
<p><em>Sônia Inez Grüdtner Floriano</em><br />
<em>IEA &#8211; Instituto de Estudos Avançados</em></p>
<p><em>Silvana Denise Guimarães </em><br />
<em>IEA &#8211; Instituto de Estudos Avançados </em></p>
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		<title>Educação online modificará processos de aprendizagem em todo o mundo</title>
		<link>http://iea.org.br/educacao-online-modificara-processos-de-aprendizagem-em-todo-o-mundo/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 20:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Educação online não é novidade. A Universidade de Phoenix deu início ao seu programa de graduação online em 1989. Quatro milhões de estudantes universitários americanos tiveram pelo menos uma aula online durante o outono de 2007. Mas, ao longo dos últimos meses, algo mudou. A elite que dita o ritmo das universidades abraçou a internet. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Educação online não é novidade. A Universidade de Phoenix deu início ao seu programa de graduação online em 1989. Quatro milhões de estudantes universitários americanos tiveram pelo menos uma aula online durante o outono de 2007.</h3>
<p>Mas, ao longo dos últimos meses, algo mudou. A elite que dita o ritmo das universidades abraçou a internet. Não há muito tempo, cursos onlines eram só experiências interessantes. Agora, a atividade online está no cerne de como essas escolas vislumbram seu próprio futuro.</p>
<p>Na semana passada, Harvard e o Massachusetts Institute of Technology (MIT) anunciaram o investimento de US$ 60 milhões para oferecer cursos online. Dois professores de Standford, Andrew Ng e Daphne Koller, montaram uma empresa, Coursera, que oferece cursos interativos em Humanidades, Ciências Socias, matemática e engenharia. Entre seus parceiros estão as Universidades de Stanford, Michigan, Penn e Princeton.</p>
<p>Muitas outras universidades de elite, incluindo Yale e Carnegie Mellon, estão trabalhando agressivamente na internet. John Hennessy, presidente de Stanford, resumiu a visão emergente em um artigo escrito por Ken Auletta, no <em>New York Times</em>: “Há um tsunami se aproximando.”</p>
<p>O que aconteceu com o mercado de jornais e revistas está prestes a acontecer com a educação superior: uma reordenação via web.</p>
<p>Muitos de nós veem a mudança com inquietação. Será que a aprendizagem online diminuirá o contato direto entre pessoas, relação que define a experiência universitária? Será que ela vai impulsionar os cursos funcionais de Administração e marginalizar temas de difícil digestão online como a filosofia? A navegação online substituirá a leitura aprofundada?</p>
<p>Se alguns professores “estrelas” podem palestrar para milhões de pessoas, o que acontece com o resto do corpo docente? O padrão acadêmico será tão rigoroso quanto o de hoje? O que acontecerá com estudantes que não têm motivação intrínseca suficiente para se manter grudados ao laptop depois de uma hora? Quanto será perdido da comunicação – gestos, humor, contato visual – quando você não está de fato em uma sala com professores e estudantes passionais?</p>
<p>As dúvidas são justificáveis, mas há mais razões para se sentir otimista. Em primeiro lugar, a aprendizagem online dará a milhões de estudantes o acesso aos melhores professores do mundo. Milhares de estudantes já tiveram aulas de contabilidade com Norman Nemrow, da Brigham Young University, aulas de robótica com Sebastian Thrun, de Stanford, e Física com Walter Lewin, do MIT.</p>
<p>A aprendizagem online pode estender a influência das universidades americanas pelo mundo. Somente a Índia pretende construir dezenas de milhares de universidades na próxima década. Os currículos das universidades americanas poderiam permear essas instituições.</p>
<p>Pesquisas sobre aprendizagem online sugerem que ela, de modo geral, é tão eficaz quanto a da sala de aula. É mais fácil adaptar a experiência do aprendizado ao ritmo pessoal do aluno e a suas preferências. A aprendizagem online se mostra especialmente útil no ensino de idiomas e no ensino supletivo.</p>
<p>O fato mais importante e paradoxal que delineia o futuro da aprendizagem online é este: um cérebro não é um computador. Nós não temos espaços em branco em discos rígidos à espera de dados para serem preenchidos. Pessoas aprendem a partir de pessoas que amam e lembram-se de coisas que despertam emoções. Se você pensa em como o aprendizado de fato acontece, vai identificar muitos processos distintos. Há informação sendo absorvida. Há reflexão sobre a informação à medida que você relê e pensa sobre ela. Há  reorganização da informação à medida que você a testa em discussões ou tenta relacioná-la com informações contraditórias. Por fim, há síntese, à medida que você tenta organizar o que aprendeu em um argumento ou em um artigo.</p>
<p><strong>Educação online</strong> ajuda os alunos com o primeiro passo. ssim como Richard A. DeMillo de Georgia Tech argumentou, a educação online transforma a transmissão de conhecimento em uma mercadoria barata e globalmente disponível. Mas também força as faculdades a concentrarem-se nos demais processos de aprendizagem, onde está o real valor. Em um mundo virtual, faculdades tem de pensar seriamente sobre como estão lidando com a comunicação distribuída pela web e transformá-la em aprendizagem - o que é um processo social e emocional complexo.</p>
<p>Como mesclar informações online com discussões cara a cara, tutoriais, debates, orientações, escritos e projetos? Como construir capital social capaz de desenvolver comunidades de aprendizagem vibrantes? Educação online pode colocar as instituições de ensino superior em uma posição mais alta na cadeia de valor – para além da transmissão de informações, rumo a coisas mais elevadas.</p>
<p>Em um mundo online misto, um professor local pode optar não só por um material de leitura, mas montá-lo a partir de um conjunto de fontes, de todo o mundo, que vão fornecer diferentes perspectivas. O professor seria então mais responsável por tutoria e debates e menos por aulas expositivas. Clayton Christensen, da Harvard Business School, observa que será mais fácil quebrar as divisões acadêmicas, combinando leituras de cálculo e química ou apresentações de literatura e história em um único curso.</p>
<p>Os primórdios da web democratizaram radicalmente a cultura, mas agora estamos vendo uma luta pela qualidade na mídia e em outros lugares. As melhores universidades americanas deveriam ser capazes de se tornar referência na web.</p>
<p>Minha aposta é de que será mais fácil ser uma universidade péssima na internet, mas também será possível que as escolas e alunos mais comprometidos sejam melhores do que nunca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.educacaoadistancia.blog.br/internet-provoca-tsunami-em-universidades-americanas/" target="_blank">Blog da Educação à Distância</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>EaD SENAR é Destaque Nacional</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 18:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O SENAR recebe o prêmio e-Learning Brasil 2012/2013 na categoria Iniciativa de Sucesso, dentro da modalidade Relevante Contribuição Social, com o projeto de Educação à Distância, desenvolvido pelo Instituto de Estudos Avançados – IEA. O Prêmio e-Learning Brasil é promovido pela MicroPower e tem como objetivo mostrar as experiências brasileiras de relevância na área de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O SENAR recebe o prêmio e-Learning Brasil 2012/2013 na categoria Iniciativa de Sucesso, dentro da modalidade Relevante Contribuição Social, com o projeto de <strong>Educação à Distância</strong>, desenvolvido pelo <strong>Instituto de Estudos Avançados – IEA</strong>.</p>
<p>O Prêmio e-Learning Brasil é promovido pela MicroPower e tem como objetivo mostrar as experiências brasileiras de relevância na área de tecnologia de ensino e já premiou empresas de grande nome como Schincariol, Martins, Renault, Fundação Bradesco, FGV online, Sky, Bayer, Embratel, Banco Bradesco e Sabesp.</p>
<p><a href="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_17871.jpg"><img class="wp-image-825 aligncenter" title="IEA_EAD" src="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_17871.jpg" alt="" width="423" height="317" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o Secretário Executivo do SENAR, <strong>Daniel Carrara</strong>, a EaD é grande impulsionadora do crescimento pessoal e profissional dos brasileiros do meio rural. “Ela permite uma eficaz combinação de estudo e trabalho, garantindo a permanência do aluno em seu próprio ambiente. Ele escolhe o melhor horário para esudar. Para participar basta ter um computador em casa, no sindicato rural ou acesso a uma lan house”, explica Carrara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EaD SENAR</strong></p>
<p>Desde que implantou sua programação de cursos à distância, a EaD SENAR, portal do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, tem seguido com o compromisso de qualificar as pessoas do meio rural nas regiões mais distantes do Brasil. Utilizando a tecnologia como ferramenta de capacitação, a instituição oferece 17 cursos gratuitos na modalidade à distância, com certificação, capacitando e promovendo a inclusão digital entre os brasileiros. Em 2011 foram capacitados mais de 100 mil pessoas ligadas ao meio rural.</p>
<p><a href="www.canaldoprodutor.com.br/eadsenar" target="_blank">Cursos dos programas:</a> Qualidade de Vida, Inclusão Digital, Escola do Pensamento Agropecuário e Empreendedorismo e Gestão de Negócios estão disponíveis via web em todo o território nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_1785.jpg"><img class="size-medium wp-image-829 aligncenter" title="Ead_Senar" src="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_1785-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p><em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasileiro investe mais na educação</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os gastos do brasileiro com educação vêm aumentando e sinalizam que as próximas gerações serão mais preparadas para alavancar o desenvolvimento do país e equiparar-se às nações desenvolvidas que tiveram na educação a variável mais importante para a qualificação profissional, o desenvolvimento da indústria, adotando novas tecnologias e inovação. A pesquisa do Instituto Brasileiro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
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</div>
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<p>Os gastos do brasileiro com educação vêm aumentando e sinalizam que as próximas gerações serão mais preparadas para alavancar o desenvolvimento do país e equiparar-se às nações desenvolvidas que tiveram na educação a variável mais importante para a qualificação profissional, o desenvolvimento da indústria, adotando novas tecnologias e inovação. A pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) Inteligência mostra que este ano o brasileiro vai gastar R$ 49,55 bilhões com educação básica e superior, ou seja, 13,5% a mais em comparação com 2011.</p>
<p>O gasto per capita atingirá R$ 303,92. Esses resultados mostram um aumento em relação ao ano passado, quando o gasto total foi de R$ 43,61 bilhões e o per capita, de R$ 267,68. Os dados, divulgados no Dia Mundial da Educação, em 28 de abril, foram estimados pelo Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência.</p>
<p>O Instituto informa ainda que a classe B, responsável por 24,45% dos domicílios urbanos, é a que apresenta maior potencial de consumo no segmento: 58,26%. A classe C, com 52,38% dos domicílios em áreas urbanas, responde por 18,67% do potencial de consumo da categoria, enquanto a classe A (2,6% dos domicílios) tem potencial de 21,55% e a DE (20,58% dos domicílios), de 1,53%.</p>
<p>A família de Luiza Dunguel, de 36 anos, professora de educação física e que estuda para fazer concursos públicos, conta que ajuda nas despesas que ela tem com a formação da filha adolescente de 15. Vanessa Dunguel cursa o ensino médio, que custa cerca de R$ 1,5 mil por mês. Também frequenta aulas de inglês, com uma despesa adicional de R$ 340 mensais. As aulas de balé custam mais R$ 340 mensais.</p>
<p>“Gastamos bastante com a educação da Vanessa. Temos que colocar também o combustível que gastamos para vir até a escola”, disse. Ela lembrou que Vanessa é a neta mais velha e que os avós e tios fazem questão de pagar as mensalidades da escola.</p>
<p>O engenheiro mecânico Helder de Souza Werneck, de 49 anos, considera a educação como um dos melhores investimentos. Ele tem duas filhas, Gabriela de 14 anos e Tainá de 19, e gasta em média com cada uma R$ 1.600 por mês. “Uma está na escola e a outra faz cursinho de vestibular. Além disso, pago por eventuais aulas de reforço particular e curso de inglês”, explica o engenheiro, que incentiva as filhas a focarem no estudo como meio de crescimento. “Por experiência própria. Inicialmente fui incentivado por meus pais e mais tarde eu mesmo procurei investir na minha educação, fazendo pós-graduação, mestrado e melhorando o inglês. Sei que foi a melhor coisa que eu fiz”, completa.</p>
<p><strong>Regiões</strong></p>
<p>Por região, o estudo mostra que o Sudeste tem o maior potencial de consumo, com 56,85%, seguido do Sul (15,32%) e do Nordeste (14,86%). O Centro-Oeste tem um potencial de 8,31% e o Norte, de 4,66%. Com relação ao consumo per capita, a estimativa de gasto no Sudeste é de R$ 373,07 por ano, seguido do Sul (R$ 323,48) e do Centro-Oeste (R$ 322,87). A região Norte aparece com um consumo de R$ 192,88 e o Nordeste, com R$ 187,18.</p>
<p>O cruzamento de dados por região e classe social mostra que a classe B do Sudeste tem o maior potencial de consumo, com R$ 17,30 bilhões, e a classe D/E da Região Norte o menor, com R$ 60 milhões.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.educacaoadistancia.blog.br/brasileiro-investe-mais-na-educacao/" target="_blank">Blog da Educação à Distância</a></p>
</div>
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		<title>Universidades trocam livros por tablets em cursos a distância</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 16:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os livros didáticos impressos já são coisa do passado em cursos de graduação e pós-graduação a distância de universidades particulares. O material em papel vem sendo substituído por dispositivos móveis do tipo tablet. Em uma tela de 10 polegadas, o aluno pode assistir a aulas gravadas ou a videoconferências, ler arquivos em PDF recomendados pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os livros didáticos impressos já são coisa do passado em cursos de graduação e pós-graduação a distância de universidades particulares. O material em papel vem sendo substituído por dispositivos móveis do tipo tablet. Em uma tela de 10 polegadas, o aluno pode assistir a aulas gravadas ou a videoconferências, ler arquivos em PDF recomendados pelo professor, fazer exercícios e conversar com colegas de turma em fóruns e chats. Com um pouco menos de conforto, todas essas atividades também podem ser realizadas pelo celular.</p>
<p><strong>Se tiver essa opção, você prefere estudar com livros ou com um tablet?</strong></p>
<ul>
<li>Livros e cadernos</li>
<li>Um tablet</li>
<li>Livros, cadernos e tablet, juntos.</li>
</ul>
<p>Entre as instituições que adotaram a medida estão a Unip (Universidade Paulista), a ESPM (Escola Superior de Publicidade e Marketing), o Centro Universitário Uniseb, o Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) e o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) de São Paulo.</p>
<p>Há casos em que a escola entrega o dispositivo sem custo adicional para o estudante e, normalmente, o material não precisa ser devolvido após a conclusão do curso, somente em caso de desistência. Outras vezes, a instituição oferece só os livros em PDF e as plataformas de interação.</p>
<p><strong>Investimento em tecnologia</strong></p>
<p>As novas ferramentas exigem que as escolas invistam em tecnologias que adaptem os conteúdos aos meios digitais menores. “Em um dispositivo móvel, você tem uma navegação diferente da do PC. O usuário tem de conseguir fazer o que quer com menos cliques”, explica Bruno Weiblen, gerente da Blackboard no Brasil, empresa especializada nesse tipo de ferramenta, com mais de 300 mil usuários. Segundo ele, as instituições de ensino começaram a investir mais em tecnologia móvel em 2011.</p>
<p>A Unip, por exemplo, não oferece tablet ao estudante, mas verificou que 15 mil dos 55 mil alunos dos cursos de graduação e pós-graduação a distância já usaram alguma aplicação em tablet, desde que o sistema foi implantado, há quatro meses.</p>
<p>Anselmo Eduardo Martelini Júnior, 28, é gerente de projetos de tecnologia e cursa uma pós-graduação chamada EDP de Negociação (programa de desenvolvimento executivo em negociação, em tradução livre), com duração de sete meses. No início, recebeu todo o material didático: um tablet. “Cada módulo tem um mês. Antes de começar cada um deles, você baixa o material, que inclui tanto textos quanto alguns vídeos com especialistas falando sobre o assunto. O conteúdo é sempre atualizado, e você pode assistir a vídeos de especialistas que não vão estar no Brasil”, conta.</p>
<p><strong>Defensores do papel</strong></p>
<p>Na maioria dos casos, os dispositivos eletrônicos são oferecidos como alternativa aos estudantes, mas já há tentativas de acabar com o material impresso. No Uniseb, por exemplo, apenas materiais digitais e um tablet foram entregues aos estudantes no início deste ano. Alguns não gostaram da mudança, como a auxiliar contábil Priscilla Santos Sassone, 24, graduanda no curso a distância de ciências contábeis: “Dá medo de usar na rua e alguém roubar. E, com o livro, eu fico mais a vontade para fazer anotações”.</p>
<p>Priscilla faz parte de uma minoria, de acordo com a entidade. “De 15 mil, apenas 296 optaram pelo material impresso”, informou Jeferson Ferreira Fagundes, pró-reitor de educação a distância da Uniseb. Após as reclamações, a instituição voltará a oferecer o material impresso como opção, desde que o estudante devolva o tablet.</p>
<p><strong>Economia de recursos</strong></p>
<p>Os tablets, além de ampliar as possibilidades de estudo do aluno, também oferecem vantagens econômicas às escolas em relação à distribuição do material didático. “Antes, enviávamos livros quatro vezes por ano. Hoje, mandamos um tablet uma única vez, e o aluno carrega o conteúdo pela internet”, conta Fagundes.</p>
<p><strong>AULAS NA INTERNET</strong></p>
<p>“O custo de produção inicial é praticamente o mesmo (design, diagramação e professores). Mas a distribuição do online tem um custo muito menor do que o de impressão e distribuição”, explica Beto Lucena, gestor de produtos da Affero, companhia que também produz tecnologias de ensino móvel.</p>
<p>A Estácio, instituição de ensino que oferece tablets a estudantes do ensino presencial desde março de 2011, estima que a migração do material didático para o meio digital gere uma economia anual de 6 milhões de páginas impressas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/05/02/universidades-trocam-livros-por-tablets-em-cursos-a-distancia.htm" target="_blank">Uol</a></p>
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		<title>Ensino a distância mira público nordestino</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 14:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De olho no aumento da renda em regiões emergentes como Norte, Nordeste e Centro-Oeste, instituições privadas que atuam com ensino a distância investem na expansão da oferta de cursos de graduação e também de pós. A educação a distância (EAD) no País já é responsável por 930 mil alunos de graduação, segundo o mais recente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De olho no aumento da renda em regiões emergentes como Norte, Nordeste e Centro-Oeste, instituições privadas que atuam com ensino a distância investem na expansão da oferta de cursos de graduação e também de pós. A educação a distância (EAD) no País já é responsável por 930 mil alunos de graduação, segundo o mais recente censo do Ministério da Educação, referente a 2010. O número equivale a um sexto do total de 5,4 milhões de estudantes do ensino presencial.</p>
<p>Dos alunos de educação a distância, 75% estão no eixo Sul-Sudeste, o que confirma o potencial inexplorado de outras regiões. “O ensino a distância no Norte e no Nordeste já tem crescido, em termos percentuais, mais do que nas outras regiões”, afirma Luciano Sathler, diretor da Associação Brasileira de Educação a Distância.</p>
<p>No ano passado, a mineira Kroton, um dos principais grupos educacionais privados do Brasil, foi protagonista do maior negócio do setor ao comprar, por R$ 1,3 bilhão, a Unopar, do Paraná. Fonte: FOLHAPRESS</p>
<p><strong>Crescimento rápido da EaD no Brasil e o controle de qualidade:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/7Q1-XXyzYww" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/TUzv5t_2thE" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.educacaoadistancia.blog.br/ensino-a-distancia-mira-publico-nordestino/" target="_blank">Blog da Educação a distância</a></p>
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		<title>Governo quer qualificar 100 mil mulheres até 2014</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 18:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até 2014, cerca de 100 mil mulheres deverão ser beneficiadas pelo programa Mulheres Mil, concebido para que elas recebam melhor educação e qualificação e tenham inserção igualitária no mercado de trabalho,  informou hoje (24) o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, após reunião entre o governador-geral do Canadá, David Johnston, e a presidenta Dilma Rousseff, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até 2014, cerca de 100 mil mulheres deverão ser beneficiadas pelo programa <a href="http://mulheresmil.mec.gov.br/" target="_blank">Mulheres Mil</a>, concebido para que elas recebam melhor <strong>educação</strong> e <strong>qualificação</strong> e tenham inserção igualitária no mercado de trabalho,  informou hoje (24) o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, após reunião entre o governador-geral do Canadá, David Johnston, e a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.</p>
<p>“O Brasil tem interesse em continuar a parceria com o governo do Canadá por ser um país que prioriza a educação. Uma de nossas metas é ampliar o número de vagas para que essas mulheres tenham acesso à educação e se tornem profissionais melhores. O programa Mulheres Mil está virando ‘Mulheres Dezenas de Milhares’”, disse o ministro.<br />
(&#8230;)<br />
Também participaram da reunião entre Dilma e Johnston os ministros da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, e o ministro interino de Relações Exteriores, Rui Nogueira.</p>
<p><em>Leia a matéria  completa: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-04-24/governo-quer-qualificar-100-mil-mulheres-ate-2014" target="_blank">Agência Brasil</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cursos do Senar</strong></p>
<p>Nos cursos oferecidos pelo <strong><a href="http://www.canaldoprodutor.com.br/index.html?d=1335379009" target="_blank">Senar</a></strong>, através do <strong>IEA Ead</strong>, é expressivo o número de mulheres matriculadas. Em janeiro de 2012, elas representaram 56% dos inscritos, em meses anteriores, esse número chegou a 64% (outubro de 2011). Confira o número de matriculados por sexo, faixa etária e escolaridade:</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_799" class="wp-caption aligncenter" style="width: 589px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Senar_numeros.jpg"><img class="size-full wp-image-799 " title="Senar_numeros" src="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Senar_numeros.jpg" alt="" width="579" height="218" /></a> </dt>
</dl>
</div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://iea.org.br/news/news_jan/NEWS_RESULTADOS_OUTUBRO/NEWS_OUT.html" target="_blank">Veja o material completo</a></p>
<p>Conheça os <a href="http://iea.org.br/news/news_jan/NEWS_RESULTADOS_OUTUBRO/NEWS_OUT.html" target="_blank">cursos do Senar</a>, oferecidos gratuitamente são destinados ao produtor rural.</p>
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		<title>MEC promete triplicar matrículas em EAD e alcançar 600 mil alunos até 2014</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Simone Harnik &#8211; UOL Educação O MEC (Ministério da Educação) tem o plano de triplicar o número de matrículas em cursos públicos de EAD (Educação a Distância) até 2014, passando dos atuais 210 mil alunos para 600 mil. O dado é do diretor de Educação a Distância da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Simone Harnik &#8211; UOL Educação</p>
<p>O MEC (Ministério da Educação) tem o plano de triplicar o número de matrículas em cursos públicos de EAD (Educação a Distância) até 2014, passando dos atuais 210 mil alunos para 600 mil. O dado é do diretor de Educação a Distância da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), João Carlos Teatini, responsável pelo programa UAB (Universidade Aberta do Brasil). Entre os obstáculos, segundo o gestor, estão o preconceito e a resistência ao modelo e as dificuldades de conexão e falta de banda larga pelo país.</p>
<p>A UAB é um sistema integrado por universidades públicas de todo o país, que oferecem ensino superior a distância. Implantada no segundo semestre de 2007, ela dispõe de cursos de licenciatura, formação pedagógica, bacharelado, tecnólogo e sequenciais. Há também formação continuada nas modalidades de especialização, aperfeiçoamento e extensão, e o Profmat (Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional). Atualmente, a UAB tem cerca de 11 mil professores formados em graduações e outros 16 mil concluintes.</p>
<p><a href="http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/04/24/mec-promete-triplicar-matriculas-em-ead-ate-2014-e-alcancar-600-mil-alunos.htm" target="_blank">Leia</a> a entrevista completa com João Carlos Teatini.</p>
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