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	<title>IEA - Instituto de Estudos Avançados</title>
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		<title>Educadora de 83 anos defende mudança radical no ensino</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 19:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dos seus 83 anos de vida, Léa Fagundes já dedicou quase 60 ao magistério e mais de 20 ao estudo da informática na educação. Inovadora desde sempre, a coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) defende um modelo de inclusão digital nas escolas em que o aluno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dos seus 83 anos de vida, Léa Fagundes já dedicou quase 60 ao magistério e mais de 20 ao estudo da informática na educação. Inovadora desde sempre, a coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) defende um modelo de inclusão digital nas escolas em que o aluno seja protagonista do aprendizado. &#8220;É uma mudança total de paradigma. O estudante deve programar o computador, se apropriar da linguagem e se tornar investigador&#8221;, afirma a professora, requisitada em todo o território brasileiro para conferências e formações de docentes.</p>
<p>Assessora do Ministério da Educação (MEC), pedagoga e psicóloga, Léa aponta que o Brasil construiu uma história significativa no que diz respeito à inclusão digital nas escolas &#8211; história da qual ela é parte ativa -, mas critica a interrupção de programas educacionais por questões políticas e estruturais, como ocorre na transição de governos. A gaúcha indica também que a resistência de educadores à tecnologia e o medo da quebra de hierarquias em sala de aula é outro entrave enfrentado. &#8220;Na escola, as crianças são tratadas quase ditatorialmente&#8221;, argumenta.</p>
<div id="attachment_1311" class="wp-caption aligncenter" style="width: 629px"><a href="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2013/06/lea-fagundes-ufrgs-flavio-dutra-divulga.jpg"><img class="size-full wp-image-1311" title="lea-fagundes-ufrgs-flavio-dutra-divulga" src="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2013/06/lea-fagundes-ufrgs-flavio-dutra-divulga.jpg" alt="" width="619" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Léa Fagundes é pedagoga e psicóloga voltada à área de informática educacional</p></div>
<p>Confira abaixo a entrevista completa cedida ao <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/educadora-de-83-anos-defende-mudanca-radical-no-ensino,90923e060f34f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html">site</a> Terra:</p>
<p><strong>Terra &#8211; Em que nível o Brasil está hoje no que diz respeito à inclusão digital e ao uso de ferramentas computacionais em sala de aula?<br />
Léa Fagundes</strong> - O Brasil é um continente, então não dá para dizer &#8220;no País&#8221;. No Amapá, é uma realidade, em Curitiba é outra. Mas, apesar de todas as diferenças, nós temos uma unidade cultural, falamos a mesma língua, e os programas dos currículos são semelhantes. Os NTEs (Núcleos de Tecnologia Educacional) e a formação dos professores que veio junto com eles avançaram muito o Brasil nessa área. Chegou um momento em que a gente teve que criar cada vez mais núcleos e, com eles, mais laboratórios (de informática). Acontece que nós não queríamos mais laboratórios, porque isso não resolve a questão da inclusão.</p>
<p><strong>Terra &#8211; Por que os laboratórios não são uma solução?<br />
Léa</strong> - No mundo, e aqui no Brasil inclusive, quando começou a se falar em inclusão digital nas escolas foram instalados laboratórios. Por quê? Porque os computadores eram muito caros, então não podia ter fartura, não era possível um por aluno, e laboratórios eram mais viáveis. Mas qual o problema deles?</p>
<p>Na maior parte das vezes, são formados técnicos para trabalhar no local, mas o professor de sala de aula não vai ao laboratório e não se especializa. Então os alunos vão ao laboratório, depois voltam e o docente manda que eles se sentem um atrás do outro e abram o caderno, não há integração entre os momentos. Por isso nos encantamos com a ideia do OLPC (One Laptop Per Child, projeto de computador educacional iniciado no Massachusetts Institute of Technology, hoje desenvolvido em uma associação de mesmo nome, presidida por Nicholas Negroponte).</p>
<p><strong>Terra &#8211; Quais são as principais diferenças da inclusão digital nas escolas no Brasil em relação a outros países?<br />
Léa</strong> - A principal diferença entre nós e países da América do Norte e da Europa é que aqui adotamos um programa em que as crianças podem programar o computador, e não serem ensinadas por ele. Nós defendemos a linguagem Logo (criada por Seymour Papert, um dos idealizadores do OLPC) para a informática na educação. Na maior parte do mundo, são colocados computadores e um sistema para ensinar a criança, como se fosse o conteúdo passado por um professor para o aluno. Esse é outro paradigma, é uma mudança completa na escola. O estudante passa a ser investigador e a programar o computador. Agora tu me perguntas: o Brasil está melhor nessa área? Sim. Mais do que todos os países? Não. Mas, por exemplo, na França, formaram mil professores, e o computador era barato porque era nacional. Mas esse modelo também era tradicional, de professor que tem que saber mais que aluno. Para mim, não é assim, vejo o aluno como um pesquisador, e o professor, um orientador.</p>
<p><strong>Terra &#8211; Como deve ocorrer essa mudança?<br />
Léa</strong> - É importante destacar que a questão não é aprender a mexer no equipamento, nem aprender conteúdo de sala de aula no computador, é o aluno programando, pesquisando, isso exige um currículo totalmente novo. O currículo, que a gente luta para transformar, tem de ser interdisciplinar e não precisa ser sequencial. Por exemplo, quando o aluno chega para o professor e diz que tem curiosidade de aprender determinado tema, e o professor responde que não pode, porque o conteúdo é do próximo ano, isso prejudica o aprendizado. O aluno tem que ter curiosidade no que é ensinado, por isso o problema apresentado tem de ser instigante, interessante. Os alunos surpreendem a gente.</p>
<p><strong>Terra &#8211; Quais são os entraves enfrentados na inclusão da tecnologia no ambiente escolar?<br />
Léa</strong> - Nós temos bons programas nacionais de educação e informática, e nos últimos 30 anos tivemos muitos projetos de visão nacional. O problema é que, quando mudam os governos, os projetos sofrem muito, porque as pessoas que entram na nova gestão não têm conhecimento suficiente ou não querem prestigiar o partido que antecedeu, então temos tido dificuldade com a continuidade. Por outro lado, o Brasil tem uma história, e ela, apesar de interrupções, não estacionou, está avançando. E eu acredito que futuros professores vão mudar esse cenário, pois são pessoas novas que gostam de tecnologia e não têm medo.</p>
<p><strong>Terra &#8211; A senhora percebe resistência de educadores ou das próprias instituições em relação às tecnologias? Há medo de romper hierarquias?<br />
Léa</strong> - Hierarquia é a palavra-chave. Na escola, as crianças são tratadas quase ditatorialmente. Sentam-se em fila e, caso se virem, têm que justificar. Os professores dizem &#8220;não olha para o lado, não cola do colega&#8221;. A cola deveria ser obrigatória. Cola é cooperação. É uma criança colocando a dúvida, e outras tentando ajudar. Você tem avaliações em que uma só resposta é certa, e todos os alunos têm que dizer a mesma coisa. O problema não é ter apenas uma resposta certa, mas eles (os estudantes) têm que testar essas respostas e ver qual resolve melhor o problema. Mas o pior são os cursos de licenciatura, que formam professores, mas não se atualizam.</p>
<p><strong>Terra &#8211; A mudança desse paradigma deve começar na universidade?<br />
Léa</strong> - Parece que isso é ilusão, sonho. Os professores que ensinam nas universidades são doutores, famosos, escrevem teses científicas e livros. Eles não querem dar o braço a torcer e dizer &#8220;nós temos que aprender de novo&#8221;. Então o computador não entra nas licenciaturas, que é onde deve estar. As melhores licenciaturas são aquelas em que os cursos abraçam a tecnologia. Ser professor é um encantamento, e é um encantamento também em poder se atualizar.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>União entre games e e-books estimula aprendizado, diz executivo da Microsoft</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 17:46:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Microsoft ainda não tem um aparelho específico para a leitura de livros digitais (o Surface permite o consumo de e-books, mas trata-se na verdade de um dispositivo com com funções típicas de um tablet). Isso não quer dizer, contudo, que o gigante do software esteja alheio às evoluções do setor de e-books. A empresa vem auxiliando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft ainda não tem um aparelho específico para a leitura de livros digitais (o Surface permite o consumo de e-books, mas trata-se na verdade de um dispositivo com com funções típicas de um tablet). Isso não quer dizer, contudo, que o gigante do software esteja alheio às evoluções do setor de e-books. A empresa vem auxiliando editoras de livros didáticos a transpor suas obras para o mundo digital, fornecendo software e inteligência. O responsável pela tarefa é o inglês David Langridge, executivo de parcerias da Microsoft. Em visita ao Brasil, Langridge participará do 4º Congresso Internacional do Livro Digital, que acontece nesta quinta e sexta-feira na Federação do Comércio de Bens (Fecomércio), em São Paulo. Lá, ele realizará uma palestra sobre o assunto. Na entrevista a seguir, ele fala sobre o presente e o futuro das obras virtuais — que devem, na visão dele, coexistir com livros de papel por muito tempo — sobre como os games podem ajudar na educação e também acerca do desafio do novo formato: &#8220;As obras em papel não deveriam ser simplesmente transpostas ao formato digital.&#8221; Confira a seguir a entrevista que ele concedeu a <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/%E2%80%9Cuso-dos-games-nos-e-books-e-um-estimulo-ao-aprendizado%E2%80%9D">VEJA.com</a>:</p>
<p><strong>Com o avanço dos livros digitais, qual será o futuro das obras em papel?</strong> Vamos acompanhar por longos anos o consumo híbrido de livros físicos e digitais. O que importa é o que se lê. Não onde se lê. Dos mais de 1,4 bilhão de estudantes de educação básica e ensino superior no mundo todo, apenas 8% têm acesso a um tablet ou PC. A Microsoft acredita que o universo virtual exerce fascínio nos jovens e, com o auxílio desses e-books, pode apresentar a leitura para esse público de maneira surpreendente. A companhia sabe o quanto esse novo formato pode acelerar o processo de aprendizado de muitos estudantes.</p>
<p><strong>Podemos dizer o mesmo das bibliotecas convencionais?</strong> Sim. Elas terão um papel ainda mais importante, principalmente nos países mais pobres. Existem muitas nações com um acesso limitado à tecnologia. As informações mais confiáveis estão armazenadas nesses ambientes.</p>
<p><strong>O senhor acredita que os games podem ser um aliado dos livros e da educação?</strong> Sem dúvida. O conceito de gamificação (<em>uso da lógica dos jogos em atidades não lúdicas, como o aprendizado) </em>é um estímulo à leitura que não deve ser ignorado – principalmente entre as novas gerações. Aliar elementos dos jogos a enredo envolvente e uma recompensa no fim da jornada pode trazer benefícios à educação.</p>
<p><strong>No século XV, os tipos móveis de Gutenberg permitiram que um livro fosse reproduzindo em larga escala, revolucionando o acesso à informação e ao conhecimento. É possível estabelecer um paralelo entre aquele evento e a popularização do livro digital hoje?</strong> Infelizmente não tenho uma resposta a essa pergunta. Isso vai depender exclusivamente dos usos que serão conferidos às obras digitais. O formato digital terá um papel nada desprezível no conhecimento coletivo. Mas isso vai depender de qual modelo será adotado: apenas replicar o livro impresso em um dispositivo móvel não traz nenhuma vantagem.</p>
<p><strong>Suponha que o senhor tem duas versões de um mesmo título à disposição: a física e a digital. O que o faria escolher o formato tradicional?</strong> Não depender nunca de bateria e não precisar consertá-lo. No máximo, estragarei algumas páginas.</p>
<div id="attachment_1308" class="wp-caption aligncenter" style="width: 607px"><a href="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2013/06/David-Langridge-executivo-da-Microsoft-em-Londres-size-598.jpg"><img class="size-full wp-image-1308" title="David-Langridge-executivo-da-Microsoft-em-Londres-size-598" src="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2013/06/David-Langridge-executivo-da-Microsoft-em-Londres-size-598.jpg" alt="" width="597" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">David Langridge, executivo da Microsoft em Londres</p></div>
<p><strong>Na mesma situação, o que o faria escolher um e-book?</strong> Antes de responder sua pergunta, gostaria de frisar que, na minha visão, as obras em papel não deveriam ser simplesmente transpostas ao formato digital. Dito isso, creio que eu optaria por um e-book em busca sobretudo de interatividade. Assim, poderia fazer anotações, grifar passagens, ouvir a leitura de textos em vários idiomas, compartilhar trechos e frases, facilitando até um trabalho coletivo entre leitores de uma mesma obra. O e-book estimula a criação de habilidades necessárias para o século XXI: a colaboração de conhecimento.</p>
<p><strong>Os livros digitais preocupam autores e editoras por causa da facilidade de reprodução ou modificação dos arquivos digitais. Qual é sua opinião a respeito?</strong> A propriedade intelectual sempre foi tratada com prioridade para a Microsoft e para alguns escritores. Considero benéfica, contudo, a interferência de um estudante em uma obra, por exemplo, para tentar compreender o que foi escrito. Cada pessoa tem um modelo de aprendizado – e isso deve ser respeitado. As leis de propriedade intelectual beneficiam a todos: fortalecem as economias, criam oportunidades de emprego, estimulam o progresso tecnológico e fornecem aos clientes uma experiência que eles merecem.</p>
<p><strong>A Amazon iniciou suas operações no Brasil no ano passado oferecendo um vasto catálogo de obras digitais e seu leitor, o Kindle. Até o momento, a companhia apresenta números tímidos. O senhor arriscaria uma explicação?</strong> É uma questão cultural que eu não tenho condição de responder com propriedade. Talvez eles não ofereçam o que os consumidores brasileiros buscam.</p>
<p><strong>Que papel a Microsoft quer desempenhar no mercado de livros digitais?</strong> A tecnologia mudou o modo como consumimos informação. Hoje, estudantes aprendem a qualquer hora, em qualquer lugar – dentro e fora da sala de aula. A Microsoft precisa estar no meio desse caminho para auxiliá-los a acessar um volume ainda maior de conhecimento.</p>
<p><strong>Em 2012, a Microsoft investiu 300 milhões de dólares na rede de livrarias Barnes &amp; Noble. No mês passado, as ações da rede subiram 18% devido à expectativa de que a Microsoft faria uma oferta de 1 bilhão de dólares pela Nook Media, setor responsável pela produção de tablets e e-readers. Sua empresa está disposta a fazer essa aquisição</strong><strong>? </strong>Infelizmente, não posso falar nada sobre o assunto no momento.</p>
<p>Rafael Sbarai<br />
Repórter da <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/%E2%80%9Cuso-dos-games-nos-e-books-e-um-estimulo-ao-aprendizado%E2%80%9D" target="_blank">Veja.com</a></p>
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		<title>Série &#8220;Conhecimento Conectado&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 19:12:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça a série  &#8221;Conhecimento Conectado&#8221; da Saraiva, onde professores e consultores falam sobre a tecnologia na sala de aula.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/BAquR4ytOGE" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/p0rbzxpzl3A" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Infográfico sobre dispositivos móveis voltados para educação primária e secundária.</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 20:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2013/06/mobile-learning-infographic.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1301" title="mobile-learning-infographic" src="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2013/06/mobile-learning-infographic.jpg" alt="" width="504" height="2070" /></a></p>
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		<title>Maior preocupação de Geração Y do Brasil é educação</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2013 20:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eles são jovens entre 18 e 30 anos que pouco ou nada se lembram de como a vida funcionava antes de a internet e a telefonia serem bens de fácil acesso. É a chamada – e ainda pouco estudada – geração Y, que hoje já está no mercado de trabalho, é atuante em suas comunidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eles são jovens entre 18 e 30 anos que pouco ou nada se lembram de como a vida funcionava antes de a internet e a telefonia serem bens de fácil acesso. É a chamada – e ainda pouco estudada – geração Y, que hoje já está no mercado de trabalho, é atuante em suas comunidades e que foi analisada no <a href="http://survey.telefonica.com/" target="_blank">Millennial Survey</a>, estudo global feito numa parceira entre a Telefónica e o Finantial Times divulgado hoje em São Paulo. A pesquisa, que propôs 190 perguntas a mais de 12 mil jovens de 27 países, mostra que os “millenniuns”, como também são conhecidos os membros desse grupo, são extremamente ligados à tecnologia e têm um nível de engajamento alto com as causas com as quais se preocupam – o que pode ser economia, questões ambientais, desigualdades sociais. Mas, no Brasil e na América Latina, o ponto mais sensível é mesmo a educação.</p>
<p>“O Brasil – e a região como um todo – está muito mais preocupado com educação do que o resto do mundo”, diz Alex Braun, vice-presidente do <a href="http://www.psbresearch.com/" target="_blank">PSB</a>, instituto responsável pela pesquisa. No estudo, 19% dos jovens da América Latina se disseram preocupados com educação, o tema mais mencionado na região ao lado de desigualdades sociais. “Em comparação com outros países, notamos também que a educação é um tema relevante de maneira heterogênea na América Latina. É uma preocupação no Brasil, mas também no Chile, no Peru… Não sabemos bem por que, mas várias das perguntas [do questionário] apontaram para essa tendência”, disse o especialista. Na América do Norte, na Europa e na Ásia, o primeiro lugar ficou com a economia, que por aqui aparece apenas na quarta colocação.</p>
<div>
<p>“Fizemos uma pergunta como essa na ONU e tivemos um resultado parecido”, acrescentou Jorge Chediek, coordenador-residente do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) no Brasil, à resposta de Brown. “A economia está gerando emprego, então não é percebida como um problema central. Já a educação é vista como elemento chave para o crescimento econômico”, completou. Essa percepção na região também se mostrou presente na pesquisa apresentada hoje. Quando perguntados sobre o que é mais importante para se promover as mudanças necessárias na sociedade, 53% dos jovens latino-americanos apontaram o acesso à educação de qualidade como fator crítico, à frente de proteção do meio ambiente, erradicação da pobreza e alimentação básica para todos. Globalmente, com 42%, a educação também lidera essa lista, mas é na América Latina que esse número é maior.</p>
<p>Além de se mostrar muito preocupada com a educação, a geração do milênio latino-americana e brasileira também está entre as que mais valoriza o empreededorismo no mundo e mais disposta a assumir para si a responsabilidade de protagonizar “a diferença”. Na região, 82% dos jovens disseram acreditar que podem fazer a diferença localmente, contra a taxa de 62% do mundo. No Brasil, 47% dos jovens acham que ser um empreendedor é algo muito importante; 24% acreditam ter oportunidade de se tornar empreendedor – contra 19% mundialmente.</p>
<p>De acordo com Braun, uma das maiores surpresas que teve ao avaliar os dados foi o grau de otimismo mostrado por brasileiros e latino-americanos. “A América Latina sempre foi muito positiva, mas o nível que encontramos agora nos surpreendeu. Há dois dias estava em Londres e a diferença é gritante”, afirma o executivo. No Brasil, a pesquisa contou 1.028 pessoas espalhadas pelo país, de forma a compor uma amostra representativa do país. “Em 20 anos, esses jovens estarão liderando o mundo. Com o que estamos vendo, a nova revolução vai vir daqui”, completa ele.</p>
<p>PATRÍCIA GOMES<br />
Repórter do site <a href="http://porvir.org/porpensar/maior-preocupacao-de-geracao-brasil-e-educacao/20130606">PORVIR- O futuro se aprende</a></p>
</div>
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		<title>Brasil está perto de explosão no ensino online</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 18:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil vive o começo de uma explosão no ensino a distância. Essa foi a conclusão que Matt Small tirou da sua visita ao Brasil, no início de maio; ele é presidente da divisão internacional da Blackboard, empresa de tecnologia para a educação. “Tenho passado muito tempo pesquisando. Visitei universidades, parceiros e educadores brasileiros, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vive o começo de uma explosão no ensino a distância. Essa foi a conclusão que Matt Small tirou da sua visita ao Brasil, no início de maio;</p>
<div id="attachment_1295" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2013/06/matt-small-ensino-online.jpg"><img class="size-medium wp-image-1295" title="matt-small-ensino-online" src="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2013/06/matt-small-ensino-online-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Presidente da divisão internacional da Blackboard, Matt Small defende a ampliação da educação a distância.</p></div>
<p>ele é presidente da divisão internacional da Blackboard, empresa de tecnologia para a educação. “Tenho passado muito tempo pesquisando. Visitei universidades, parceiros e educadores brasileiros, e percebi que é um momento muito emocionante para o aprendizado online”, garantiu Matt<strong>.</strong></p>
<p>De acordo com dados do Censo EAD.Br: relatório analítico da aprendizagem a distância no Brasil de 2011, publicado pela Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), essa modalidade de ensino contou com 3,5 milhões matrículas em 2011, um aumento de 58% em relação ao ano anterior.</p>
<p>Para o americano, as instituições brasileiras estão cada vez mais conscientes de que o ensino a distância é essencial para o sucesso educacional do País. “Seria crítico verificar a demanda de estudantes crescendo – e nós vemos os índices populacionais subindo – e ela se sobrepor à capacidade do sistema educacional”, avalia.</p>
<p>A essa nova postura das universidades brasileiras de levar a modalidade cada vez mais a sério, segundo ele, se deve o aumento da participação da Blackboard no Brasil. Desde 2011, a empresa, que tem parceria com a holding educacional Grupo A, cresceu 300% no País e, para Small, a tendência é que o aumento se repita este ano. “Muitas universidades brasileiras ainda não possuem programas de ensino online sofisticados, mas estão buscando novas soluções. Elas estão realmente investindo, capacitando professores para ensinar online”, analisa.</p>
<p>Small alerta, no entanto, que a mentalidade dos brasileiros a respeito do aprendizado online no ensino superior ainda deve evoluir, e não ser vista como uma questão meramente tecnológica, mas um modo de pensar a universidade na rede. Para isso, é importante que o primeiro passo parta das lideranças das universidades e que estas acreditem na modalidade.</p>
<p>“Não é apenas colocar um software em um servidor e torná-lo disponível para estudantes e professores sem pensar na qualidade do curso e na pedagogia. Se você não investe tempo para planejar, não há aprendizado”, enfatiza, destacando a necessidade de que se definam estratégias para a educação a distância (EAD) e sua didática específica.</p>
<p>De acordo com o censo da Abed, os principais obstáculos enfrentados na EAD foram a evasão de alunos, a resistência de educadores à modalidade, os desafios organizacionais para que instituições presenciais passem a oferecer ensino a distância e o custo de produção de cursos. Para o americano, isso é resultado de uma percepção errônea a respeito da EAD, que pode se referir a companhias que não usam corretamente o ensino online. “Há amplas evidências de que é preciso de um approach online, não basta transferir o que se faz em sala de aula para a rede”, reforça.</p>
<p>Para o americano, o Brasil está ficando “inteligente” em como tornar a modalidade eficiente, mas que muitas instituições ainda estão no começo do processo. “Não é difícil melhorar o ensino online, basta fazer dele um imperativo”, acrescenta. Small explica ainda que é necessário mudar a concepção que se tem em relação à educação a distância, uma vez que ela pode ser aplicada de diferentes formas, e um curso pode ou não ser integralmente online. “Há bons exemplos de universidades que têm cursos em sala de aula três vezes por semana e nos dois restantes os alunos respondem a testes online”, exemplifica, ao lembrar que nos Estados Unidos é comum que cursos tradicionais ofereçam parte de sua grade curricular na rede.</p>
<p>Small lembra, ainda, que o ensino online está em sintonia com a forma como as pessoas interagem com o mundo atualmente – música, filmes, livros, tudo pode ser encontrado na internet. Ele aponta, contudo, que a EAD não é diferente da educação tradicional, mas outra modalidade, e traz os mesmos benefícios, mas com uma vantagem: tornar o aprendizado mais eficiente, efetivo e acessível.</p>
<p>Reportagem do site <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/brasil-esta-perto-de-explosao-no-ensino-online-avalia-pesquisador,f857f51c0c1fe310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html">Terra</a></p>
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		<title>Dados abertos são chave para o futuro</title>
		<link>http://iea.org.br/dados-abertos-sao-chave-para-o-futuro/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2013 19:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como das vezes anteriores em que esteve no Brasil, Tim Berners-Lee passou pelo país, neste mês, empunhando a sua invisível e indissociável bandeira pela internet livre, democrática e descentralizada. O físico britânico, que há 24 anos criou nada menos que a “www”, é hoje diretor do World Wide Web Consortium (W3C), instituição que pesquisa padrões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como das vezes anteriores em que esteve no Brasil, Tim Berners-Lee passou pelo país, neste mês, empunhando a sua invisível e indissociável bandeira pela internet livre, democrática e descentralizada. O físico britânico, que há 24 anos criou nada menos que a “www”, é hoje diretor do World Wide Web Consortium (W3C), instituição que pesquisa padrões internacionais para a rede e organiza a maior conferência anual para debater a internet. No Rio de Janeiro, Tim abordou questões políticas e sociais da web, declarando, em meio a um debate sobre leis brasileiras que regulam a internet e o acesso a conteúdos, que não se pode separar as coisas [na web]. “É metade técnico, metade social, pois a web funciona porque as pessoas fazem links.”</p>
<p>O “metade técnico, metade social” também se aplica a ele mesmo. No currículo, é definido como cientista, professor do MIT (Massachussets Institute of Technology), físico. No dia a dia, Tim é umas das vozes mais relevantes na defesa da abertura de dados públicos. Costuma dizer que “dados sustentam a nossa economia e a nossa sociedade”. Se envolve em iniciativas a favor da democracia com suporte da web, a exemplo do projeto<a href="http://data.gov.uk/" target="_blank">Data.gov.UK</a>, lançado pelo governo do Reino Unido para disponibilizar on-line dados aos cidadãos. No Brasil, Tim não tem projeto como esse em andamento, mas tem opiniões. “Aqui eu vejo que existe uma forma particular e entusiasmada de representar o espírito inteligente e colaborativo da internet”, disse durante a conferência no Rio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tim Berners-Lee tem ferramentas para estudar a internet do Brasil. E para listá-la, inclusive, em um índice. Na World Wide Web Foundation, ele lançou, há oito meses, o <a href="http://thewebindex.org/" target="_blank">WebIndex</a>, ferramenta que mensura e reporta como a web impacta nações nas dimensões política, social e econômica. No primeiro ranking divulgado, com 61 países, o Brasil figurou na 24º posição, o segundo melhor colocado na América do Sul – depois do Chile –, e o melhor entre os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China). As estatísticas apontaram que o impacto da web no Brasil é maior no campo social do que nos campos político e econômico.</p>
<p><strong>Web social<br />
</strong>No Brasil, o impacto social da web diz respeito ao crescente acesso às Tecnologias da Informação e da Comunicação pela população, que ano a ano se mostra mais conectada em números de horas navegando na web e em presença nas redes sociais. As potencialidades para uma nação que tem essa vocação “social” na web, entretanto, ainda não são tão exploradas a favor de “causas” como em outros países que também se mostram bastante sociais nas pesquisas. Nos Estados Unidos, o governo Obama buscou canalizar parte da energia dos desenvolvedores para a causa da educação. Lançou, em 2012, o <a href="http://www.data.gov/education/community/education" target="_blank">DataGov Education</a>, um chamado para que a sociedade civil desenvolva aplicativos e outras soluções para a área a partir de dados públicos abertos.</p>
<p><strong>Hackatlon Brasileiro<br />
</strong>No Brasil, o <a href="http://hackathondadoseducacionais.com/" target="_blank">Hackathon Dados da Educação Básica</a>, realizado há dois meses, foi um primeiro sinal de que já se fala em utilizar dados públicos da educação brasileira para pensar soluções. Com apoio da Fundação Lemann, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC), promoveu em Brasília uma maratona em que os participantes tiveram que se valer de dado de avaliações oficiais do Inep para desenvolver softwares. O projeto vencedor, <a href="http://www.escolaquequeremos.org/" target="_blank">A escola que queremos</a>, já está on-line, em versão piloto, e permite ao usuário comparar indicadores de qualidade das escolas públicas brasileiras. Além disso, foi desenvolvido em licença aberta, o que permite que qualquer desenvolvedor possa colaborar para o aperfeiçoamento. “A ideia é você criar um índice seu, de qualidade da educação, a partir da sua escolha dos indicadores importantes para avaliar a escola, indo além do Ideb, que avalia a proficiência dos alunos em português, em matemática e a taxa de aprovação”, explica Fernanda Campagnucci, uma das integrantes da equipe desenvolvedora.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/f0kpxo3D2Ow" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><strong>Estudantes semantizados<br />
</strong>Compilar dados e criar relações entre eles na web. Está aí uma das atividades preferidas de Tim Berners-Lee. Um dia antes da participação do “pai da web” no painel aberto durante a World Wide Web Conference, no Rio, Tim esteve com estudantes, em um encontro fechado para universitários. Aos jovens pesquisadores, ele costuma falar sobre a “web do futuro”, desafiando-os a pensar sobre o que vamos precisar, e sempre insiste na necessidade de se disponibilizar todos os dados úteis na web. “A tecnologia vai se tornar cada vez mais fácil, o que vai aumentar a participação por meio de aplicativos”, prevê Tim.</p>
<p>Ele não se refere aos aplicativos que baixamos nas appstores da vida somente. Fala de sistemas que se conectam com outros sistemas. Questão que passa por interoperabilidade, por padrões abertos, que permitem que dados de diferentes sistemas conversem, se comuniquem. Tim sugere o impacto de uma web por toda a parte: “Vai ser possível controlar uma prótese do próprio corpo na internet, e isso realmente é algo incrível”, disse ele ao público com o entusiasmo de sempre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>GIULLIANA BIANCONI<br />
Repórter do site <a href="http://porvir.org/porpensar/dados-abertos-sao-chave-para-futuro-diz-pai-www/20130530">Porvir- O Futuro se aprende</a></p>
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		<title>Feira de edtech top no mundo terá versão brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2013 20:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Bett Show, evento inglês que está entre os mais importantes do mundo na área de educação e tecnologia, passará a ter uma edição brasileira a partir do ano que vem. A feira europeia será incorporada à já tradicional Educar Educador, maior evento do gênero da América Latina, que ocorre há mais de 20 anos em São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.bettshow.com/" target="_blank">Bett Show</a>, evento inglês que está entre os mais importantes do mundo na área de educação e tecnologia, passará a ter uma edição brasileira a partir do ano que vem. A feira europeia será incorporada à já tradicional <a href="http://www.futuroeventos.com.br/educar/" target="_blank">Educar Educador</a>, maior evento do gênero da América Latina, que ocorre há mais de 20 anos em São Paulo. O anúncio foi feito hoje pelo grupo europeu i2i, dono do Bett (British Educational Training and Technology Show), que passa a ser o controlador também da Educar. E os planos não param por aí: os ingleses querem aproveitar a experiência brasileira para levar o Bett para países vizinhos aqui pela América Latina. Nessa estratégia de internacionalização, já estão certas versões do evento em Singapura, China e Índia até 2015.</p>
<p>“Nós aplicamos um questionário com os nossos clientes perguntando quais outros mercados eles gostariam de conhecer. Nas respostas, 36% disseram que queriam conhecer o Brasil. Aqui o mercado de educação vem vivendo um crescimento massivo”, diz Mark Shashoua, CEO da i2i Events Group. Segundo o executivo, esse mercado deve chegar aos US$ 229 bilhões até 2017, ultrapassando o do Reino Unido em números absolutos já no ano que vem. “O Brasil vai ser o hub do Bett na América Latina”, afirma.</p>
<p>Sua intenção é levar o Bett, em versões menores, para países como Chile e México em médio prazo. “No Brasil, a entrada do Bett está mais avançada que em outros países porque vamos nos apoiar numa estrutura já montada”, afirma. Ele diz isso porque, com a aquisição da Educar, eles poderão aproveitar os ativos que a feira somou nas últimas décadas. De tão forte que é a marca aqui no Brasil, o grupo decidiu manter o nome brasileiro. Assim, na próxima edição, com data prevista para o período de 21 a 24 de maio de 2014, o nome Bett aparecerá em um pavilhão dentro da Educar destinado a educação e tecnologia. A atual organizadora, Futuro Eventos, continua na organização, trazendo o know-how nacional. Fica a encargo dos europeus o encargo de atrair palestrantes e expositores internacionais.</p>
<p>ara se ter noção do que essa compra significa, a edição de 2013 do Bett, que ocorreu de 30 de janeiro a 2 de fevereiro, reuniu cerca de 40 mil visitantes, teve 650 expositores da Europa e de outros países. Já a Educar Educador, cuja edição deste ano começa hoje e se prolonga até domingo, espera receber 15 mil visitantes. O evento brasileiro vem experimentando um crescimento de 30% a 40% por ano desde 2010, ano em que passou a ser controlada pela Futuro Eventos.</p>
<p>Para se apresentar ao público brasileiro, o Bett organiza, entre 30 de outubro e 1<sup>o</sup> de novembro deste ano, uma <a href="http://www.brasil.bettshow.com/" target="_blank">conferência</a> em São Paulo. Entre os palestrantes confirmados estão representantes de oito ministérios da Educação, incluindo Brasil, México, Reino Unido e Costa Rica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Patrícia Gomes<br />
Repórter do site <a href="http://porvir.org/porfazer/feira-de-edtech-top-mundo-tera-versao-brasileira/20130522" target="_blank">Porvir- o futuro se aprende </a></p>
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		<title>Internet chega a 93% das escolas do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2013 17:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O último levantamento do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), feito com dados de dezembro de 2012, aponta a quase universalização da presença de ferramentas digitais nas escolas brasileiras. Em torno de 99% das escolas, da rede pública e privada, contam com computadores e 93% têm internet. A escola [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O último levantamento do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), feito com dados de dezembro de 2012, aponta a quase universalização da presença de ferramentas digitais nas escolas brasileiras.</p>
<p>Em torno de 99% das escolas, da rede pública e privada, contam com computadores e 93% têm internet. A escola aparece como um dos principais pontos de uso da internet tanto por parte dos professores quanto dos estudantes.</p>
<p>O aumento da presença também se deu no ambiente privado: 62% dos alunos de escola pública e 94% das privada tem computadores em casa. Enquanto a maioria dos alunos entrevistados dizem ter aprendido a usar a internet sozinhos, ensinar os estudantes a usar o computador ainda é a principal atividade apontada para o uso das novas tecnologias.</p>
<p>Levando em conta tais dados, a pesquisa atesta que apesar da massificação do uso, ainda existem obstáculos. Na rede pública, a baixa velocidade de internet é uma das principais reclamações, assim como o insuficiente número de computador por alunos.</p>
<p>Mas não é apenas usando computadores e portáteis que os estudantes acessam a rede: cerca de 44% na rede pública e 54% na rede privada utilizam celulares com internet móvel. Os professores também estão cada vez mais conectados: está próxima da universalização a presença de computador e internet em suas casas e cada vez mais usam portáteis.</p>
<p>Os resultados completos da pesquisa TIC Educação 2012 estão <a href="http://www.cetic.br/educacao/2012/" target="_blank">disponíveis aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Reportagem do <a href="http://portal.aprendiz.uol.com.br/2013/05/23/internet-chega-a-93-das-escolas-do-brasil/">Portal do Aprendiz &#8211; A cidade é uma escola</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Prêmio reconhecerá professores que utilizam tecnologia em sala de aula</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 19:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação a distância]]></category>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a oitava edição do Prêmio Educadores Inovadores, que selecionará os melhores projetos pedagógicos que envolvem tecnologia e educação. Professores de escolas públicas e particulares de educação básica podem realizar o cadastro no site da premiação até o dia 30 de setembro. Promovido pela Microsoft, o prêmio faz parte do programa Parceiros na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para a oitava edição do Prêmio Educadores Inovadores, que selecionará os melhores projetos pedagógicos que envolvem tecnologia e educação. Professores de escolas públicas e particulares de educação básica podem realizar o cadastro no <a href="http://www.pil-network.com/Educators/expert">site</a> da premiação até o dia 30 de setembro.</p>
<p>Promovido pela Microsoft, o prêmio faz parte do programa Parceiros na Aprendizagem, que está presente em 119 países e estimula a utilização de recursos tecnológicos para melhorar o processo de aprendizagem dos estudantes.</p>
<p><a href="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2013/05/Professor-20130521162039.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1282" title="Professor-20130521162039" src="http://iea.org.br/wp-content/uploads/2013/05/Professor-20130521162039-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Após a inscrição, os projetos serão analisados por um comitê que selecionará 10 finalistas. Eles participarão de uma banca examinadora na sede da Microsoft Brasil, em São Paulo. Após a análise dos julgadores, serão escolhidos três vencedores. Como premiação, os donos dos melhores projetos participarão do Fórum Global Microsoft Parceiros na Aprendizagem, que será realizado em março de 2014.</p>
<p>Eles também participarão de um programa de capacitação com duração de um ano promovido pela empresa, além de ganharem cursos de inglês e tablets.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Thiago Tanji<br />
Repórter do site <a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/premio-reconhecera-professores-que-utilizam-tecnologia-na-sala-de-aula-21052013-27.shl">Info Online</a>.</p>
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